DE DEDO EM RISTE

5 AFINAL, O QUE SOMOS?

De acordo com o jornal o Globo, de 07/12/18, "A futura Ministra (?) dos Direitos Humanos diz que homens e mulheres não são iguais e critica 'teoria de gênero'".

Sra futura(?) Ministra, a Sra é a tradução quase perfeita da descrição feita pelo urubuzento Michel Temer quando disse que a mulher tem que "ser bela, recatada e do lar", um ser submisso, acéfalo, obediente e pronta para a reprodução (embora perceba que neste quesito o seu período já passou).

Que a Sra se sinta inferior aos homens é um problema que, a meu aviso, pode ser tratado clinicamente, afinal os psicólogos não se formam para cuidar de pessoas sadias. Por outro lado, se a sua submissão lhe permite atingir o ponto culminante de aderir ao fascismo, aí a questão já é totalmente diferente, tem mais a ver com o caráter e principalmente com educação, pois, a assim ser, a Sra deve ter passado a quilômetros de distância dos livros de História.

A Sra se diz professora e ter trabalhado com meninos e meninas de rua, são palavras suas. Atitude louvável, trabalho digno, mas se o que aprendeu dele foi, segundo as suas próprias palavras: "Quando a teoria de gênero vai para a sala de aula e diz que todos são iguais e que não tem diferença entre menino e menina, as meninas podem levar porrada, porque são iguais aos meninos. Somos frágeis, mas somos muito especiais, fazemos coisas que eles não conseguem fazer", deixe-me dizer que a Sra entendeu bem pouquinho do que seja ser professor. Vou mais longe: a não ser da sua boca, eu, enquanto professor, nunca ouvi nenhum colega meu dizer, por mais que seja discutindo a teoria de gênero, que meninas podem levar porrada, porque são iguais aos meninos.

Sra futura(?) ministra: meninos e meninas são iguais na sua essência, no seu ser, no seu humanismo, apesar das diferenças estéticas de seus corpos e da própria configuração orgânica, mas têm, Sra futura(?) ministra, direitos iguais, deveres iguais, logo precisam ser tratados como iguais, respeitando sim as diferenças. A Sra diz que os meninos precisam levar flores para oferecer às meninas - bela atitude - mas me aponte apenas um único motivo para que a recíproca não possa acontecer!! Será que apenas as senhorinhas sabem apreciar o que é bonito e cheiroso, ou isso tem a ver com a sua orientação política, Sra futura(?) ministra? A sra chama a isso "revolução cultural" e com essa revolução dos cravos - Ah! perdoe-me, essa revolução aconteceu em Portugal, mas não foi para diferenciar meninos de meninas nem muito menos "para proteger as crianças, as grávidas e mostrar que uma nação que teve uma mulher presidente da República tem tudo para ser o melhor país do mundo para mulheres". Sabe, a Sra dá uma no cravo outra na ferradura. Para falar na MULHER que foi presidenta do Brasil, a Sra, futura (?) ministra, precisa retomar seus estudos, rever mais os conceitos científicos e compará-los com esses oriundos da religião que a Sra futura(?) ministra professa (e que eu respeito como a outra religião qualquer), principalmente no que diz respeito à igualdade entre homens e mulheres, pois ao que parece, para a Sra futura (?) ministra um homem é um homem e a mulher é um bichinho de estimação. 

 

4 GUERRA NA EDUCAÇÃO

Há horas em que o desânimo bate muito forte.

Considero-me, talvez erradamente, um lutador pela educação gratuita e de qualidade para todos e não apenas para alguns como o atual desgoverno quer fazer engolir e por esse motivo vivo em permanente tensão com os anúncios que vão surgindo, a passos cada vez mais amiudados, sobre essa minha área de interesse. Já produzi pesquisas, já escrevi artigos, tenho participado de discussões e quando penso que estamos avançando na questão vem o capitalismo e nos dá mais uma "foiçada" nas pernas pequenas para caminho tão grande.

 

É do senso comum que a nossa educação não avança rumo à qualidade por conta de uma briga de interesses entre o público e o privado. Desde a primeira LDB (4024/61) que o confronto se estabeleceu em definitivo, pois agora teria força de lei. Mas entre brigas e falsos abraços, os lutadores pela educação pública sempre buscaram ganhar terreno no campo que lhes é pertinente, mas chega o momento em que é preciso saber descansar as armas, limpar as lentes dos óculos de proteção e observar o terreno atentamente.

 

Nestes últimos dias, principalmente depois do anúncio da nova Base Nacional, tenho desenvolvido mais a perscrutação e daí ter resultado este persistente estado de desânimo. Não é, para mim, nenhuma novidade a existência de entidades que sob a capa do “samaritanismo” não têm outro objetivo que não seja a captação da maior quantidade de dinheiro do trabalhador brasileiro pelas formas diretas (oferta de cursos) como até pela forma mais indireta (através da captação de dinheiro público junto ao governo sem vergonha que lhes passa o fruto do nosso suor, pago com uma altíssima taxa de juros e demais impostos). Pouco a pouco, essa fundação foi transformando seu idealizador em um dos homens mais ricos do país.

 

Ontem, zapeando pela web, localizei o artigo (que indico abaixo) que me dá conta de mais um interessado no seu, no meu, no nosso suor: a tal da Kroton Educacional. Se até aqui a galinha dos ovos de ouro era o ensino superior e as pós-graduações, a coisa agora complica e, justamente por isso, me desanima: O novel foco dos dentes afiados do capital estão voltados para a educação básica, sim, você leu certo, o novo alvo é a educação básica. Podemos, pois, esperar para os próximos dias, o anúncio do ensino público – em geral – no Brasil. Só quem tiver condições financeiras (e não só) poderá estudar e frequentar bons cursos, os pobres, os menos bafejados pela sorte, terão que dispor de parte do pouco que lhe é oferecido em troca pela sua mão de obra, para fazer algum curso que seja do interesse do capitalista e não mais.

 

Se você fizer uma leitura do anunciado pela tal de Kroton Educacional irá levar um tremendo soco no estômago, como eu levei, e perceberá que o capital não está para brincadeiras, pois para terem maior domínio do setor da educação básica estão comprando todas as editoras de livros didáticos que, por elas mesmas já não eram a última flor do lácio. Este artigo que lhes trago merece muitas mais reflexões e mais aprofundadas, mas em atenção ao espaço de que disponho, prefiro ir comentando aos poucos para não cansar vocês e ter tempo de ir organizando as ideias.

 

Desejo que façam boa leitura, mas recomendo a medicação preventiva contra enjoos.

 

Fonte: http://www.ihu.unisinos.br/78-noticias/578444-kroton-educacional-em-termos-de-educacao-publica-nunca-experimentamos-um-inimigo-com-uma-forca-social-tao-concentrada-como-esse

 

3 FALANDO O QUE MUITOS NÃO TÊM CORAGEM DE DIZER

Este é um texto adaptado. A autoria conhecida é de Victor Hugo Bernardino, portanto, a ele os máximos louros, da minha parte contento-me com a reflexão que meus leitores possam realizar.

 

Estou cansado !!!

 

Tenho 69 anos e estou cansado. Exceto um breve período na década de 60, quando fiz o meu serviço militar, tenho trabalhado duro desde que eu tinha 12 anos. Trabalhava 50 horas por semana, e não caí doente em quase 50 anos. Tinha um salário razoável, mas não herdei o meu trabalho ou o meu rendimento. Eu trabalhei pesado para chegar onde estou, e cheguei economizando muito, mas estou cansado, muito cansado.

 

Estou cansado de que me digam que eu tenho que "distribuir a riqueza" para as pessoas que não querem trabalhar e não têm a ética de trabalho. Estou cansado de ver que o governo fica com o dinheiro que eu ganho, pela força, se necessário, e o dá a vagabundos com preguiça para ganhá-lo. Não, não sou de direita, sou de esquerda, mas para mim a divisão da renda precisa ser feita entre aqueles que produzem. O ser humano tem o direito à vida, mas também tem a obrigação de produzir os meios de produzi-la e de mantê-la.

 

Estou cansado de tanta vergonha política, apenas porque os homens perderam a noção do razoável e perseguem os seus desejos nababescos por sobre as carcomidas carcaças de seus semelhantes.

 

Estou cansado de ler e ouvir que o Islamismo é uma "religião da paz", quando todos os dias eu leio dezenas de histórias de homens muçulmanos a matar suas irmãs, esposas e filhas pela "honra" da sua família; de tumultos de muçulmanos sobre alguma ligeira infração; de muçulmanos a assassinar cristãos e judeus porque não são "crentes"; de muçulmanos queimando escolas para meninas; de muçulmanos apedrejando adolescentes, vítimas de estupro, até a morte, por "adultério"; de muçulmanos a mutilar o genital das meninas, tudo em nome de Alá, porque o Alcorão e a lei Sharia diz para eles o fazerem.

 

Estou cansado de saber do assassinato diário de pobres, pretos e putas (agora também os LGBT’s e indígenas) apenas por serem minorias que reivindicam seu direito de estar neste planeta. Estou cansado da hipocrisia de alguns que envenenam os demais apenas para engordarem contas que deixarão atrás deles na viagem definitiva.

 

Estou cansado de que me digam que, por "tolerância para com outras culturas", devemos deixar que Arábia Saudita e outros países árabes usem o dinheiro do petróleo para financiar mesquitas e escolas madraças islâmicas, para pregar o ódio na Austrália, Nova Zelândia, Reino Unido, Estados Unidos e Canadá e, enquanto que ninguém desses países está autorizado a fundar uma sinagoga, igreja cristã ou escola religiosa na Arábia Saudita ou qualquer outro país árabe, para ensinar amor, tolerância e paz.

 

Estou cansado de que me digam para eu baixar o meu padrão de vida para lutar contra o aquecimento global, o qual não me é permitido debater.

 

Estou cansado que me digam que os toxicodependentes têm uma doença, e que eu tenho que ajudar no seu tratamento e pagar pelos danos que fazem. Eles procuraram sua desgraça. Nenhum germe gigante os agarrou e encheu de pó branco seus narizes, ou à força injetou porcaria em suas veias.

 

Estou cansado de ouvir ricos atletas, artistas e políticos de todos os partidos, a que chamo papagaios, falarem sobre erros inocentes, erros estúpidos ou erros da juventude, quando todos sabemos que eles pensam que seus únicos erros foi serem apanhados. Estou cansado de pessoas sem senso do direito, sejam elas ricas ou pobres e de justiça que não funciona.

 

Estou realmente cansado de pessoas que não assumem a responsabilidade por suas vidas e ações. Estou cansado de ouvi-las culpar o governo e a sociedade de discriminação pelos "seus problemas."

 

Também estou cansado e farto de ver homens e mulheres serem repositório de pregos, pinos e tatuagens de mau gosto, tornando-se assim pessoas não-empregáveis e, por isso, reivindicando dinheiro do governo (dos impostos pagos por quem trabalha e produz).

 

Sim, estou muito cansado. Mas também estou feliz por ter 69 anos, porque não vou ter de ver o Mundo que essas pessoas estão CRIANDO.

 

Mas estou triste e penso: que futuro para netos e filhos ainda bastante novos. Graças a Deus estou no caminho de saída e não no caminho de entrada.

 

Não há maneira de isto ser amplamente divulgado... A menos que cada um de nós colabore, enviando e ganhando força para contrariar esse (mau) caminho que o Mundo, por força de (péssimos) governantes, nos está proporcionando.

 

Resta-nos uma chance de fazermos a diferença com o fôlego que nos resta:LUTAR

 

 2 EVITANDO CONFUSÕES

04/04/18

Não diferente de muito dos dias já vividos, hoje amanheci com a "macaca"! As notícias que apontam a degradação da educação no país e ainda mais aquelas que apontam diretamente para o professor têm o dom de me deixar reflexivo/irritadiço. Mas vamos nós ao dedo em riste.

Quero acusar meus pares (calma não estou generalizando, mas o percentual atinge quase esse nível) de terem um olhar unidirecioal, isto é, olham só para um lado, esquecendo totalmente o outro. Ou são piagetianos, ou freirianos e aqueles que me parecem os piores são os que se dizem marxistas. A uns e outros quero fazer uma simples pergunta: Por que se utiliza o termo "PRÁXIS" e não Teoráxis?

Já estou escutando as mais diversas explicações, só não compreendo que eles não entendam que se diz "práxis" justamente por se tratar da teorização de uma prática e não "teoráxis" por ser a prática de uma teorização. Por isso, Nóvoa diz que nada substitui a prática de um bom professor em sala de aula. Fosse a "teoráxis" e ele seria obrigado a dizer que nada substitui a teoria do professor em sala de aula.

Perguntem ao Paulo Freire!

Mas não fiquem na pergunta (teorização), pratiquem o que ele recomenda!

 

1 EDUCAÇÃO INCLUSIVA

28/03/18

O primeiro dedo que quero apontar, em riste, nasce na leitura de material que me dá conta do aumento que se vem registrando no número de crianças portadoras de necessidades especiais. Este é o resultado de pesquisas realizadas no Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), dos Estados Unidos e que nos traz a triste notícia que em breve 1 em cada 45 crianças será portadora de necessidades especiais. É um fato.

 

Mas onde é que o meu “dedo em riste” vai cutucar: justamente na educação infantil, mais precisamente nessa chaga chamada educação inclusiva. A primeira denúncia vai no sentido de fazer com que percebamos que não existe educação que não seja inclusiva, pois se ela o não for, será tudo, menos educação. Neste caso a “teoria” da educação inclusiva é mais uma falácia para impor comportamentos ao professor e para evitar gastos ao governo.

 

Defendo que a educação escolar cumpra com sua finalidade precípua, sem invenções que a façam transbordar, como assevera um patrício meu. No caso a educação para as pessoas com necessidades especiais precisa ser ofertada em estabelecimentos preparados para essa finalidade e por profissionais altamente qualificados para lidarem com as necessidades.

 

NÃO, não concordo que os alunos especiais devam ser educados no mesmo ambiente que aqueles que não têm necessidades – os ditos normais, principalmente nas nossas escolas despreparadas tanto no aspecto estrutural, como naquele tão importante ou mais que esse, o do pessoal apto a atender essa demanda. Os nossos cursos de formação de professores, estão preparando para o atendimento a essa clientela? Como um professor que já está sobrecarregado de tarefas para aplicar junto aos ditos “normais” vai poder dispender seu tempo para ficar correndo atrás de um hiperativo (para não ir mais longe)? Das duas... ambas. Ou ele desiste de realizar uma ou outra atividade, ou, o mais comum, é ele procurar outro emprego pois não dá conta de tanta responsabilidade. E a culpa não é, absolutamente, dele. Estes governos que dizem que não podem “gastar” com educação, são os responsáveis por criar essas situações com as quais trabalham dos dois lados: à população dizem que estão oferecendo condições de educar seus filhos portadores de necessidade especiais, aos professores empurram mais trabalho e dizem que vão trabalhar por amor, ou que procurem outra coisa. É a desmotivação total, que afasta os jovens do magistério, o que muito apraz ao capitalismo que assim vê crescer a necessidade de uma educação privada, cara, que só quem tem poder aquisitivo pode enfrentar para se tornarem os dirigentes do país de analfabetos que se estará gerando.

 

Voltando sobre o ponto, quero deixar claro que defendo a existência das APAES e de todo e qualquer tipo de educação especial, financiada pelo poder público e com profissionais altamente qualificados em cursos especiais para essa finalidade. Investir em educação de qualidade não é só fingir que se está fazendo o melhor, é preciso investir maciçamente para que os objetivos possam ser efetivamente alcançados. Injetar dinheiro público na educação, não é gasto, é investimento com retorno garantido e bem elevado.

 

Considerando que todos somos especiais, à nossa maneira todos o somos, pois não somos iguais ao nosso vizinho a não ser nas características físicas que distinguem os seres humanos, todos precisamos ser incluídos nessa sociedade desejada pelos poderosos. O sucesso ou o fracasso dessa nossa inclusão deve-se muito mais aos métodos que aos meios utilizados para esse fim. Para defender esta tese basta observar o “serviço” que cada tendência pedagógica prestou à formação do homem para uma determinada sociedade. No brasil, assim mesmo com letra minúscula, a sociedade que interessa – isto é, o homem que interessa – é a analfabeta funcional, mais que isso já causa transtorno aos desejos "elíticos". E é nessa e contra essa necessidade que as tendências lutam. Vejam, os pensadores idealizam numa educação crítica, formadora do homem pensante e capaz de resolver parte dos problemas com os quais se depara, mas elite política, nada interessada nisso, contrapõem o desmantelamento dos espaços de construção dessa crítica e abençoa a prática da educação a distância como a melhor modalidade para formar nosso futuro trabalhador, aquele que jamais questionará a cangalha e a chibata.

 

Então, finalizando: levanto a bandeira: Uma escola especial, com profissionais especiais para atender a demande de educação escolar de pessoas portadoras de necessidades especiais  

 

ABERTURA

É chegado o momento em que vou literalmente chutar o pau da barraca, deixando de lado o "politicamente correto" e falar aquilo que sinto, penso e, em alguns casos, pratico. Não quero parecer e muito menos ser hipócrita para estar prestando um desserviço e ficar de sorriso patético no rosto apenas para satisfazer o status quo. Cansei.

Todos nós sabemos onde mora o "monstro" que assola a educação, mas continuamos a recear o enfrentamento. Falta-nos a coragem de ir até a entrada da caverna onde ele se esconde e gritar lá para dentro: "Sei quem és, onde estás e o que fazes. Vem, vou enfrentar-te". O comodismo é praia para a maioria dos docentes e que não me venham com os velhos jargões: "faltam condições", " somos mal pagos", dentre outros que, mesmo sendo verdadeiros não podem e nem devem moldar o meu modo de ser; eu que preciso mudar essas condições, criar situações que facilitem essa transformação. Esta é uma das faces do monstro que vou desafiar e que trago apenas para introduzir as pancadas que se seguirão.

Tenho consciência que vou gerar muitas reações, umas positivas e outras negativas, mas ainda assim, prefiro a crítica e/ou o apoio a continuar a escrever textos que apenas refletem o pensar alheio carregado de tendenciosismos que se alinham com a exploração pela elite capitalista.

Como método para a apresentação das ideias/discussões ouso anunciar um desengonçado anarquismo, visto aqui como uma ideologia política que se opõe a todo tipo de hierarquia e dominação - ou seja, para o lado onde estiver voltado, atirarei, tentando, contudo, manter alguma coerência organizacional. Assim, por exemplo, começarei seguindo (mais ou menos - lá vem o anarquismo) a seguinte lista:

  1. Escola: visão geral; estrutura; quem está dentro dela - equipamentos, funcionários, professores e alunos.
  2. Alunos: portadores ou não de necessidades especiais;
  3. Família: responsabilidade; relação com a escola; relação social.
  4. Professores: formação; fazer pedagógico; tendências seguidas.
  5. Administração escola: posturas ideológicas;
  6. Legislação: pertinência ou impertinência a um programa que vise o desenvolvimento sustentável do país.

É muita pretensão, mas tentarei, na medida do possível trazer para reflexão aquilo que sempre senti e que nem sempre consegui espaço para afirmá-lo.

Agora, enquanto os meus leitores se preparam para futuras leituras, vou ali construir o meu primeiro "DEDO EM RISTE". Até Já!